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Bem-vindos

- Somewhere over the rainbow, skies are blue; and the dreams that you dare to dream really do come true...

- There can be miracles when you believe...

A Autora

Mary: Portuguesa, com avô brasileiro;
Tradutora de formação. Actriz amadora e amante do canto.
Leitora por passatempo e aprendiz de escritora por paixão.
Católica de formação e coração; curiosa e respeitante de todas as religiões;
Idade incógnita;
Alguém que só quer ser feliz e sonha... sonha muito! Porque um ser-humano sem sonhos é como um ribeiro sem água...

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"Somewhere over the rainbow skies are blue and the dreams that you dare to dream really do come true"...

The End

"Um ser-humano sem sonhos é como um ribeiro sem água. Posso nunca atingir a meta, mas jamais deixarei de correr..." - (Mary)
Por Mary, no dia 13/05/13, às 14:34 | Vintage

Editando: Agora, sim, o novo theme, com o problema dos comentários corrigido :)

Editando: Novo theme, do velhinho E-Criativo.Com, com base do antigo Sinopse.Org, com o design no header feito por mim.


Gente, que vergonha! Há séculos que não posto aqui! Desculpem mesmo! :( Por várias vezes adiei, adiei e acabava por esquecer… Não tem justificação, eu sei :( Bom, mas aqui estou eu novamente :)

O último post foi sobre ídolos… e quero partilhar com as amigas brasileiras que visitam o blog e ficam fartas de tanto post sobre a Aurea (minha cantora portuguesa preferida) uma notícia que me deixou muito orgulhosa: a Aurea vai atuar no Brasil, no Rock in Rio 2013 :)
Bom, mas o post de hoje não vai ser sobre a Aurea (*leitores do blog lançam foguetes*), mas sim sobre o estilo vintage, que é algo que eu a-do-ro.

Na verdade, eu sou e sempre fui totalmente fascinada pelos anos dourados de Hollywood (década de 50). Desde o glamour aos figurinos, ao estilo de vida, à música, ao cinema… Enfim, de tudo um pouco. Sempre fui louca pelos filmes musicais e pelo glamour das atrizes, como a Rita Hayworth, que eu, quando criança, achava a mulher mais linda e elegante que eu já tinha visto. Ao mesmo tempo, amava a infantilidade e comicidade da Marilyn Monroe.

Hoje em dia, o estilo dos anos 50 (tal como de 40 e 60) tem vindo a ganhar muita expressão, novamente. As pin-ups (modelos de beleza e sensualidade feminina da época, numa espécie de emancipação da mulher) ganharam versões atuais, umas mais conservadoras, outras mais… como direi? Expressivas. Acho que é essa a palavra certa, pois usam o estilo vintage e o próprio corpo (coberto de tatuagens) como forma de expressão.

No meu caso, eu pertenço ao estilo de pin-up conservador: não tenho tatuagens nem sou feminista, mas sou totalmente a favor do estilo estético, musical e de vida, inclusive da emancipação da mulher… Agora, vocês perguntam: como é que ela é a favor da emancipação das mulheres se diz que não é feminista? Não é um contrasenso? A minha resposta é não. Não é um contrasenso.

Na verdade, acho que os primórdios do feminismo foram maravilhosos. Afinal de contas, mulheres ou homens, somos todos seres humanos, pelo que todos os direitos humanos deverão ser aplicados da mesma forma a homens e mulheres. Ambos merecemos a mesma dignidade… Simplesmente, hoje em dia, o feminismo deixou de ser uma luta por direitos e tomou a forma de “machismo de saias”, a ponto de eliminar atitudes que eu considero serem indicadores de uma boa educação. Tudo aquilo que cai em exagero perde o sentido e foi o que aconteceu com o feminismo.

Pessoalmente, não suporto falta de cavalheirismo. Gosto que os homens me dêem o lugar, abram a porta para eu passar, puxem a cadeira para eu me sentar… Não tem nada a ver com machismo, mas sim com educação. Da mesma forma como, quando eu era criança, era tratada como criança e espero ser tratada com a deferência devida aos idosos, quando for velhinha, quero ser tratada como mulher e não como homem, com cavalheirismo. Só isso.

Bom, o post já começou a ficar imenso e eu ainda tinha tanta coisa para escrever. Pior: ficou polêmico, com essa história de feminismo exacerbado. Desculpem. Desculpem mesmo. Vocês sabem que eu odeio criar posts polêmicos, mas, de vez em quando, tenho que desabafar o que sinto, entendem?

Vamos fazer o seguinte: no próximo post (para este não ficar tão grande), eu continuo a minha “dissertação” sobre o estilo vintage, ok?

Fiquem com três fotos minhas de “pin up tradicional” e até o próximo post :)

Por Mary, no dia 25/02/13, às 15:51 | idolos


A maioria das pessoas tem ou já teve ídolos. Pessoas que admira, por um motivo ou por outro.

No meu caso, no meu eterno sonho de ser atriz, cantora e escritora, tenho (sim, ainda tenho) ídolos, que são modelos profissionais: era assim que eu gostaria de atuar, de cantar, de escrever…

Assim sendo, o meu maior ídolo é a atriz brasileira Eliane Giardini (comigo na primeira imagem), seguida da cantora portuguesa Aurea (comigo na segunda imagem) e da já falecida escritora de livros policiais Agatha Christie.

Na terceira foto, o livro que eu tenho na mão é a autobiografia da minha querida Agatha Christie. Estou completamente apaixonada pela vida dela e percebi que temos muito em comum… Mas quem diria que uma das mais famosas escritoras de sempre tinha dificuldade em ortografia e gramática e as suas especialidades eram matemática e música?

Dá o que pensar, não dá? Por vezes, as nossas maiores dificuldades acabam por se tornar nos nossos maiores talentos.

E vocês? Têm algum talento que tenham descoberto depois de se debaterem com ele? Já leram os livros da Agatha Christie? Têm ou tiveram algum ídolo? O que é, para vocês, um ídolo?

Fico à espera dos comentários ;)

PS.- Novo theme, feito por mim. Um monte de experiências que deram nisso. Infantil demais, eu sei, mas prometo que, da próxima vez, será melhor… Aliás, posso ir incrementando esse mesmo… Dicas e sugestões serão muito bem-vindas :)

PPS.- Fiquem com o novo videoclipe da Aurea (não resisti! :P ) ;)